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Alice Neiva, creator of Tundra, graduated in jewellery from Ar.Co, Lisbon, Portugal,  completing a one year exchange program at the Nova Scotia College of Art and Design, Halifax, Canada. Years later she undertook a Master's degree in Education in Arts and Culture Settings, from King's College, London, UK.

Of particular note are the jewellery prizes in 2nd and 3rd place, received by the Presidency Museum in the competition 'National Symbols' held in 2007 and 2012, as well as the participation in various jewellery collective exhibitions.

To the interest of exploring materials and the alchemy to create,  joins the proximity to botany and nature, and the collecting spirit and taste for the detail derived from her father.

Like the rings that overlap, Tundra was born in 2015, resulting from the assemblage of several 'layers'. On one hand,  the traveling, the idea of ​​collecting experiences, stories and memories, which can be combined, recombined and told from different perspectives, such as Tundra pieces. On the other hand, the work carried out over several years in galleries and museums with the aim of fostering new playful and immersive experiences to the visitor, are also reflected in Tundra, since it is required an active and creative participation for those who acquire it.

Thus, the motto 'A World of Combinations' presents a jewellery that allows multiple creations, where each can build and take with their own unique pieces and personal landscapes.

The name Tundra (biome characteristic of icy landscapes) is a tribute to the experiences lived in Canada.
Nevertheless, Tundra will continue the journey, collecting memories and reinventing landscapes, some warmer and arid, some green and tropical, some urban, some aquatic. Some to carry on the fingers or the ears, others to be used on the neck.

It will always be a game of colors, shapes and meanings, therefore,  a world of combinations.

 

 PT

Alice Neiva, criadora da marca Tundra, formou-se em joalharia pela Ar.Co, Lisboa, Portugal, tendo passado um ano de intercâmbio no Nova Scotia College of Art and Design, em Halifax, Canadá. Anos mais tarde tirou o mestrado em Educação nas Artes e na Cultura, no King’s College, London, UK.
 
Destacam-se os prémios em 2ª e 3ª lugar recebidos pelo Museu da Presidência da República, no concurso de joalharia ‘Símbolos Nacionais’ em 2007 e 2012, assim como a participação em diversas exposições coletivas.
 
Ao gosto pela exploração dos materiais e pela alquimia de criar, junta-se a proximidade à botânica, à natureza, ao espirito colecionador e ao gosto pelo detalhe vindos do pai.
 
Tal como os anéis que se sobrepõem, a Tundra nasce em 2015, fruto da união de várias ‘camadas’. Por um lado as viagens realizadas, a ideia de colecionar experiências, histórias e memórias,  que podem ser combinadas e recombinadas,  contadas de diversas perspetivas, tal como as peças da Tundra.
Por outro lado, o trabalho desenvolvido durante vários anos em galerias e museus com o objetivo de potenciar experiências novas, divertidas e imersivas ao visitante, também se refletem na Tundra, já que é necessária a participação ativa e criativa de quem compra.
 
Assim sendo, o mote ‘A World of Combinations’ (Um mundo de combinações) apresenta uma joalharia que permite múltiplas possibilidades, onde cada um pode construir as suas próprias peças e levar consigo paisagens únicas e pessoais.
 
O nome Tundra (bioma característico das paisagens geladas), é um tributo à experiência vivida no Canadá.
No entanto, a  Tundra continuará viagem, a colecionar memórias e a reinventar paisagens, umas mais quentes e áridas, outras verdejantes e tropicais, outras citadinas, outras aquáticas. Umas para levar nos dedos, outras nas orelhas, outras ao pescoço.
 
Será sempre um jogo de cores, formas e sentidos e por isso, um mundo de combinações.